Depois de cair em um golpe bancário, o desespero toma conta. A vergonha, a raiva e o medo de não recuperar o dinheiro levam muitas vítimas a cometer erros que podem comprometer suas chances de ressarcimento.
Com base na experiência de centenas de casos atendidos, listamos os 5 erros mais comuns — e como evitá-los.
Erro 1: Demorar para agir
O tempo é crucial após um golpe bancário. Quanto mais rápido você notificar o banco e registrar o B.O., maiores as chances de bloquear os valores na conta do golpista. No caso do PIX, o Mecanismo Especial de Devolução (MED) tem prazos específicos que devem ser respeitados.
Erro 2: Não documentar as provas
Muitas vítimas apagam conversas, não salvam comprovantes ou não anotam protocolos de atendimento. Essas provas são fundamentais tanto para o procedimento administrativo quanto para uma eventual ação judicial.
Erro 3: Aceitar a primeira resposta do banco
Quando o banco nega a devolução na primeira tentativa, muitas pessoas desistem. Porém, a negativa administrativa não significa que você perdeu o direito. A via judicial frequentemente reverte decisões desfavoráveis do banco.
Erro 4: Não registrar Boletim de Ocorrência
O B.O. é uma peça fundamental para comprovar a fraude. Sem ele, fica mais difícil demonstrar que você foi vítima de um crime, tanto perante o banco quanto perante a Justiça.
Erro 5: Esperar demais para buscar orientação jurídica
Embora o prazo prescricional seja de 5 anos, esperar muito tempo para buscar orientação jurídica pode dificultar a produção de provas e reduzir as chances de sucesso.
O que fazer agora
A melhor estratégia é agir rapidamente, documentar tudo e buscar orientação especializada. Cada caso tem suas particularidades, e um profissional pode avaliar a melhor estratégia para o seu caso específico.
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